O amor constrói-se através da partilha e da compreensão. Aprendi a amar-vos com as vossa virtudes e aceitando os vossos defeitos, acreditando no vosso valor e valorizando os vossos feitos, sem sentimentos de inveja ou rancor. Soube dar tal como recebi, numa simbiose perfeita.

Obrigada, por serem as cores do meu arco-íris.
Cidade das Maravilhas,

Meu amor,
Quero falar-te, mas faltam-me as palavras. Quero-te e não estou em mim. Sonho, sonho sucessivamente, noites sem fim, relembrando os teus gestos e as tuas palavras num desejo ardente de possuir o teu amor. És a flor e eu a tua borboleta. Pairamos, sozinhos, num imenso campo repleto de luz e de cor. Todos os dias passo por ti, poiso nas tuas folhas e sinto o teu toque, por momentos somos um só, naquela esplêndida simbiose que se funde na tua doce fragância. E tudo é Primavera.
Todavia, nenhum de nós tem a irracionalidade daqueles seres. Absorvemos as emoções e somos guiados pelos sentidos. É pelo teu toque que anseio e pela tua repulsa que mais temo. Tornaste-te essencial para mim. Se não te tenho não sei quem sou, e se te recordo é como se os segundos girassem no lado oposto, e nada fosse como realmente é, um mundo incolor e sem vida.
Podemos coexistir num mesmo espaço, amplo ou não, e eu nunca lá me encontrar, estar presente e tu nem me veres, mesmo soltando palavras para mim. Cruzar o teu olhar sereno e azul, cor de mar, é como se me fosse concedido o poder de pintar um arco-íris, algo possível, mas irreal. Contudo, são nesses momentos, quando os olhares se cruzaram, com toda a fugacidade de um Oceano, que eu penso que tu sabes e sentes o que sinto. Olhares que dizem tudo e nada dizem. O aperto no peito, a ansiedade que se presencia. As sensações, todas, excessivamente todas, mas nenhumas. E somente um desejo, uma possibilidade. Possuir todo o teu eu, inexplicavelmente necessário e inconstantemente desejável. Quero que nos abracemos e acarinhemos, completando-nos enquanto sentimos as batidas dos nossos corações, simultaneamente, e nos amamos. Em ti encontro respostas às perguntas que nunca foram concebidas. És a cor da minha vida.
Pode ser só uma ilusão, talvez eu nunca venha a poisar nas tuas folhas, nem sentir o teu toque, e tu podes até nunca ter-me visto, mas lembra-te o essencial é invisivel aos olhos, só se vê com o coração. Espero por ti.

Com ternura, a tua eterna borboleta.
Marie  <3 

saudade

Vagueias em mim, prendendo-me.
Há algo na alma, deste meu corpo, que me sufoca,
a saudade, indefinida saudade.

Roubar tempo há vida
Reviver memórias
Esquercer sentimentos
Saudade!

Tenho medo, não por mim,
por ti, por nós. Tenho medo.

Quero soltar esta dor,
miserável e sem justificação
melancolia...

Não sou nada, será que o serei amanhã?!

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

Charles Chaplin
" Quando lerem isto, espero já estar morta.
Não podemos desfazer algo que já aconteceu; não podemos retirar uma palavra que já foi dita em voz alta. Pensarão em mim e desejarão ter sido capazes de me convencer a não fazer isto. Tentarão descobrir o que deveriam ter dito, o que deveriam ter feito. Suponho que deveria dizer-vos, Não se recriminem; a culpa não é vossa, mas isso seria mentira. Todos sabemos que não cheguei até aqui sozinha.
Chorarão no meu funeral. Dirão que isto não tinha de ser assim. Comportar-se-ão como toda a gente espera que se comportem. Mas será que sentirão a minha falta?
E mais importante – será que eu vou sentir a vossa?
Será que algum de nós deseja verdadeiramente ouvir a resposta a esta pergunta? "

Sim, já pensei no suicídio, também quem de nós nunca ousou pensar nisso? Todos o fizeram. Quando vivemos a adolescência pensamos em viver a nossa vida, aproveitar ao máximo, ao estilo Carpe Diem, contudo, sem darmos conta, acabamos por mergulhar no imenso buraco negro, onde as reflexões mais intensas nos ferem. Somos egoístas, todos sem excepções, mesmo tu que pensas ou dúvidas que não o sejas. Basicamente passamos a nossa vida de estudante a tentarmos pertencer a um grupo, só porque sim. Para mostrarmos aos outros que somos aquilo, e ignorando as nossas opiniões, opiniões, essas, que na maior parte das vezes nem existem, uma vez que passamos a respirar somente as dos outros. Esquecemos quem somos, sem nunca termos tido, exactamente, a consciência de nós mesmos.
Fundimo-nos com normal, pois todos recusam a diferença. Não porque ser diferente implica qualquer distúrbio pessoal, mas porque a nossa sociedade é IGNORANTE! Nada pode ser contrário daquilo que estamos habituados. Os filhos são o reflexo dos pais, todas as atitudes por mais pequenas e insignificantes que os filhos assistam no desenrolar do seu desenvolvimento, vão contribuir exaustivamente para a formação como pessoa desse indivíduo, quer sejam aspectos negativos quer sejam as melhores qualidades do mundo.
Tudo neste miserável planeta (miserável porque as pessoas construíram com ele a sua incapacidade evolutiva) é reflexo das mais pequenas atitudes, desde a idade da pedra até hoje. Nós não somos nada. Somos o vazio, a inveja e a ganância, nada mais importa a não sermos nós mesmos. Morreremos como o nosso próprio veneno…


Baseado: PICOULT, Jodi (2007), Dezanove minutos, Porto: Civilização Editora.

Somente uma. Uma possibilidade.

Uma simples música que desperta uma lágrima, uma sensação.
Vemos todos os momentos, os sonhos e as ilusões formadas.
Adquirimos a esperança de um simples abraço.
Os olhares que se cruzaram. E dizem tudo. E nada dizem.
O aperto no peito, a ansiedade que se presencia.
As sensações, todas, excessivamente todas, mas nenhumas.
Somente uma. Uma possibilidade.
O teu perfume que procuro com o olhar. A tua presença.
Todo o teu eu. Inexplicavelmente necessário.
Inconstantemente desejável.
Gritar tudo no silêncio. Gritar! Gritar! Gritar! Gritar! Gritar!
Chamar por ti. Ter-te aqui.
Procuro-te, preciso de ti.
Mas tenho medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.
Medo.



Junta-te ao grupo, ou esquece viver ....

Uma turma, 17 pessoas. Dois grupos.
Bebes,fumas, drogas-te, se borga se vive. Estudas, divertes-te, não tens vicíos, lutas pelo que queres, esqueces o destino enfrentas os problemas.
12º - e ninguém supunha que isto fosse acontecer.
Nas aulas os professores vêem um mar de rosas e estre-ajuda. A abertas as portas da C11 começam os grupinhos. És excluido, ignorado. Precisam de algo lá estás tu, não há nada a pedir, ficas tu e mais alguém que ficou de fora.
Outrora eramos um só, orgulhava-me de assim o sermos, mas agora. Gosto de viver, sorrir aproveitar cada instante, cada momento, todavia não da mesma forma que os outros. No fim sou a má da fita.
Passavamos os intervalos juntos no meio de gargalhadas, quer fossem aulas, tardes livres ou furos, estavamos juntos, eramos um só. Dói o presente.

Eis que chega a altura de decidir a viagem de finalistas. Escolheu-se Lloret, que novidade, não há mais nada. Paraíso do sexo, droga, alcóol e sem pais, oh que bom.
Eu e os outros escolhemos outro destino, Benalmadena.
Ou era isto ou ir para Lloret andar com duas pessoas a vaguear. Surgem as criticas de nos termos separado. Mas será que alguém entende o que se vive no presente?! Opta-se por outro lugar com as pessoas com as quais no identificamos, restam aquelas para as coisas somos material reciclado que se usa, e recicla constantemente.
Todavia, relembrando o passado, vem aquela dor. A dor do quem me dera que não fosse assim. Teremos feito a melhor opção ao passarmos a ser os outros no destino da treta, para eles?!
Aproveitar a viagem ou viver na desilusão.

Aceitam-se críticas !
descobrir que amamos alguém com a qual uma relação nunca dará certo.
alguém, que só vemos como um amigo.
aquele amigo, que nos faz sorrir, mas também nos magoa.
que tem tudo de especial e tudo de irreverente.
a necessidade te ter, o medo de partilhar.
e uma só certeza, nunca com ele vou ficar.
Sinto-me vazia. Como se faltasse uma parte de mim. Uma parte que sinto que tenho, mas que não encontro. Existe e não se manifesta. Quero ter amor ter alguém que me faça sorrir só de ver o seu sorriso, sentir o seu perfume, ver mover o seu corpo.
Alguem que me abrace e me dê carinho, que me complete. Que sinta as batidas do meu coração ao mesmo tempo que as suas.
Contudo a maior questão é que talvez essa pessoa já exista e eu insisto em não querer vê-la. Sinto-a perto, mas distante. São atitudes, movimentos, simples gestos...

" A exploração do ser Humano pelo ser Humano. "

“Existem muitos tipos de vampiros, mas nem todos eles sugam o sangue.” Muitos, dos que leram esta frase, de Fritz Lieber, julgaram-na absurda. Uma pessoa a falar de vampiros, que nem sequer existem, e ainda a dizer que há vampiros que não sugam sangue. É uma inutilidade. Contudo o que não vêem, ou fingem não ver, é que esses vampiros “incompletos” se tratam deles próprios. Cada um desses vampiros é um pouco de cada um de nós, retratando a nossa ganância e egoísmo.
Começamos por tentar mandar nos outros, fazê-los acreditar que nós temos poder sobre eles, que devemos ser nós a guiá-los e que eles nos devem seguir. Os outros, sem saber como ou porquê, ao fim de algum tempo caem no fundo e não se apercebem que os “despojamos das suas energias, vontades e do seu livre arbítrio”. Tiramos-lhes a vida, todavia o sangue ainda flui nos seus corpos. O sangue continua a fluir, mas o coração pára. Pára de tristeza, pára pela ânsia da liberdade. Pára, quando o coração de outro bate, cada vez mais friamente, ao ver o seu império crescer, á custa dos que “sugou”.
Não sobrevivemos com o seu sangue, sobrevivemos com as suas vidas. Roubamo-los de tal forma que eles acabam por morrer, psicologicamente, pois é impossível que alguém viva, tendo como sombra outra pessoa. Mordemos-lhes sem os matarmos, deixamos os seus corpos. Mas que diferença faz, não seremos igualmente vampiros?! Somo-lo.
O homem que bate na sua mulher; a mulher que obrigada os seus filhos a trabalharem, ao invés de estudarem; os filhos que abandonam os seus pais, idosos, em lares sem condições; os patrões que não pagam salários e forçam os seus funcionários a trabalhar. Quem são estas pessoas na nossa sociedade?! Não são nada, mas conseguem tudo.
Se os comparamos aos vampiros veremos que têm mais semelhanças do que diferenças. Não são em nada melhor do que eles. Ao fim ao cabo, acabaram por fazer dos vampiros idolatrados, em vez de temidos. Foi numa sociedade sem pudor, no que a nossa se tornou. Não nos limitamos a viver a nossa vida, limitamo-nos a depender das dos outros para a nossa sobrevivência.
Actualmente, é bastante fácil de “reconhecer uma tendência do ser humano para explorar os seus pares”, os seus colegas, toda a sociedade na qual se insere, simplesmente em benefício próprio, tal como um vampiro, que usa o homem para sobreviver. Utilizamos os outros, descartámo-los quando já não precisamos deles, fazemos deles lixo, contudo quando precisamos é a eles que voltamos a recorrer, numa dependência que ninguém assume. Quer aceitemos, quer não, dentro em breve todos seremos vampiros para alguém, se é que já não o somos.
Quando se trata de reconhecer nos outros os seus defeitos, agimos com a maior das facilidades. Criticamos, abordamos, vezes em conta o assunto, mas nada fazemos para alterar a situação. Meramente observamos sem nunca reflectirmos, nunca nos apercebendo de que as vivências dos outros se tratam também nas nossas, e de que a nossa felicidade trás a outros a tristeza. E o pior, é que lidamos, diariamente, com filosofias de igualdade, mas estas nunca ultrapassam o papel, e cada vez há mais “vampiros” humanos.
Assim, alguém tem de destruir estes vampiros, não se juntado ao seu clã. Temos de ganhar a nossa própria liberdade, sem contudo “sugarmos” a liberdade dos outros. Somos vampiros com o poder de manipular, roubar o que de melhor o outro tem, simplesmente por egoísmo, pela necessidade de termos um ego superior ao do próximo. Somos os vampiros do século XXI, é esta a verdade.

Tic tac tic tac.

O que foi, o que é. Será que foi?
Passamos dias, anos a lidar com os outros, a conviver com eles, a conhecê-los, julgamos nós. Porém aqueles que são verdadeiros, que têm medos que sofrem no silêncio, esquecemo-nos deles. Aqueles que mostram a sua máscara acreditamos neles, caímos na sua teia. Somos a presa na sua teia. Ficamos presos no seu enredo.
Acreditamos, vivemos, sorrimos, e quando julgávamos que era amizade, a ternura, a alegria… Vivemos o colapso. Parece-me o fim. Será de facto o fim? Pensei que sim.
Hoje, nestes segundos passados descobri que não o fora. Tratou-se de um teste da minha mente, a ilusão, a criação que me alertou para o futuro que se aproxima. O futuro onde se vive da aparência. Se vive da ganância. Onde amizades se constroem ao sabor do vento, e não com o tempo. É assim.
Que me perdoem os que comigo sofrem, os que das minhas mágoas fazem as suas e que com o meu sorriso o seu completam. Descobri-te, oh consciência. Obrigada, religião.
Deus ajuda-me, acredita. É um guia.
A vós vos agradeço por me amarem. De mim, hoje obtiverdes a consideração, a importância da vossa existência.
A ti te estou grata.

« Goodbye my lover. Goodbye my friend. »


Acabou. Porém agora não sei se sorria, ou se chore.
Foi bom, mas terminou. Agradou-me, mas entristeceu-me.
Assim foi. As alegrias, as lágrimas. Os bons, os muito bons e os maus momentos
A fusão do tudo contrastando com o nada. Fui de todos e de nenhum, fui alguém ou ninguém, mas fui. Fui simplesmente eu. Nos erros e nas vitórias, não fingi, não atraí, mas fui traída. Por tudo, não sei que diga agora, se chore lamente ou se simplesmete sorria e relembre. Na lembraça este Verão nunca será como realmente foi, as traições, as esquecerei, futilmente, e que era nunca voltará a sê-lo, porque os gestos mais simples são aqueles que mais nos marcam.

It's over.

Incompreensão, espelho humano.

Tantos átomos perdidos, segundos dispersos. Em mim, outro ser necessita escrever, soltar tudo de si, eu meramente limito-me a seguir essas ordens, movimentando estes músculos mesquinhos. Sinto vontade de chorar, libertar os cabelos ao sabor do vento, mas… ao fazê-lo, uma tempestade ruirá em mim, enfurecendo e queimando tudo e todos… magoando.
Guardo mágoas, simples, fáceis, contudo que insistem em não sumir, sucumbindo… sempre.
Amizades, paixões… podem ser um sinónimo, sem amizade não há paixão certamente, digo eu.
Sempre fui um ser distante, escondido no meu casulo, contudo a partir de dada altura, nem eu sei bem qual soltei. Tornei-me numa borboleta, todavia essa borboleta nunca aprendeu o suficiente.
A confiança, sentimento não fraterno, é para mim algo crucial, porém um dos meus pontos fracos. Confio demasiadamente nas pessoas. Gostava de entender porquê. Dai, advêm sucessivamente desilusões, e assim se perdem os amigos que nunca chegaram a sê-lo.
Tenho uma personalidade difícil, e aos poucos descobri que nunca consigo passar 24 horas a sorrir, uma vez que, sem saber bem porque, a felicidade dá asas a uma tristeza e infelicidade sem explicação, e aí, nesses momentos, bastava aquele sorriso, ausente, para me salvar.
Os amigos os verdadeiros amigos, entram nas nossas vidas sem saber-mos bem como, e depois permanecem até fazerem parte de nós, e coexistirmos como um todo. Mas, por vezes na vida aqueles com que coexistimos não passam de nossos colegas, que nos sugam minutos de vida e se tornam parasitas, sem que nunca haja aquela simbiose essencial. Aproveitam-se de nós, usam-nos e depois descartam-nos. Somos lixo nas suas mãos, sem sequer desconfiarmos, enquanto a nossa mente só parece ver a sua camuflagem.
Talvez seja por estas experiencias, tão simples e fúteis, que por vezes nos ferem como punhais, que provavelmente não consigo dar valor a pessoas que me querem bem e me querem ver sorrir… (…)
Passou-se um ano, dias, horas, minutos tão indiferentes e tu, surgis-te novamente na minha vida, se é que realmente chegas-te a desaparecer… Não lhe chamo amor, mas também se é paixão. És alguém que me faz sorrir á velocidade da luz, que me dá importância e que talvez… goste de mim…
Foi o terceiro Verão juntos, mas decorreu como se do primeiro se tratasse. Perdi a timidez e libertei o ser que há em mim! Mas…
Foram sorrisos, carícias, mimos, brincadeiras, conversas… tudo parecia tão simples, composto. Porém, ao invés de nos amarmos, discutíamos. Terei sido fria, demasiado infantil, não sei o que fui, nem mesmo o que sei, sei apenas que fomos dois corpos que se tocaram sem nunca estarem juntos, um só sem nunca o sermos.
Sonhava com o teu toque, aquele toque que me arrepiava o estômago e me dava calafrios. Queria sentir os teus lábios no meu corpo, ser tua e tu seres meu.
Ilusão. A culpa devo-a aos astros que arrastam consigo o tempo, mo sugam e o corroem. Ás palavras irracionais que me desses-te…
Não sei, o que aconteceu decerto entre nós, se uma cumplicidade, um desejo ou uma paixão. Sinto apenas que os nossos corpos ardiam quando se tocavam e ambos queríamos o mesmo, sem nunca o desejarmos. Se fui fria não o sei, palavras poucas mencionei… E, assim, me despedi de ti: Vou ter saudades daquilo que nunca começou…

Afirmei, outrora...


color splash Pictures, Images and Photos

Não sou como tu, nem tu, por muito que tentes, serás como eu. E se sonhas alcançar-me, desiste !
Não sonho, simplesmente, vivo. Não exponho uma vida, que não é a minha, nem muito menos uma pessoa, que eu não sou. Por muito que me tentes/em (para os fracos que só agem em ninhadas) magoar de modo a que haja eventualmente uma tentativa de autodestruição da minha parte, é melhor desistires/m , há algo em mim que me fortifica contra esse tipo de bactérias. E, muito sinceramente, vejam como realmente são, de uma vez por todas, porque tentar enganar os outros é uma coisa, agora viver enganado contigo mesmo/a, é no mínimo lixado e, extremamente, frustrante!

Transcrevo-o apanas para avivar-me a memória.

« Há ocasiões que morreríamos se não chorássemos »

E, agora, não consigo soltar qualquer lágrima, por mais seca e árida que esta posso ser. Quero libertar esta mágoa, este sofrimento... contudo. O peso da amizade, do relacionamente com os outros está a sugar algo em mim, algo que desconhecia. Está também a mostrar-me que algures neste, putrefacto, corpo existe mais do que isso, um coração que está em puzze esperando que meras palavras o possam reconstruir... Agora resta-me esperar... Desesperar, como digo sempre... até que algém se lembre que nesta lugar "todos somos culpados e inocentes".

Camila - Amor eterno (L'

Hoy amanecí con el deseo firme de continuar,
nunca tuve tantas ganas de entregarme hasta el final,
el temor se ha ido y descubrí, el amor en ti...

He escuchado mis latidos que gritaban fuerte tu nombre,
me basto sentir para entender y saber hacia donde,
vivo con la idea de entregar y aprender a amar...